O Titanzinho é realmente um lugar muito especial. É impressionante observar uma cultura do surf tão forte, a rotina da comunidade voltada para a água. A fábrica de talentos se justifica e impressiona quando observamos o contraste social, nas dificuldades que a comunidade enfrenta e na real oportunidade que todos enxergam através do esporte.
Alguns relatos de Antonio Eudes ilustram o contexto da comunidade:
“Eu não tinha prancha então ficava nas pedras pedindo emprestada a prancha dos surfistas que saíam da água, uma vez eu trinquei ao meio a prancha novinha de um amigo Angelino Santos e fiquei desesperado sem saber como contar para ele. Comprei minha primeira prancha por 15 reais na época, imagine como era a situação da prancha? Mas para mim era a melhor prancha do mundo”.
“Algumas vezes eu saía do mar com muita fome e não tinha o que comer, ficava na padaria pedindo pão para comer ou comia café com farinha em casa e voltava para água. As crianças muitas das vezes esquecem de tudo e vão para água... Como fala um grande amigo meu Davi Sobrinho: Esse aqui é o meu mundo!. Muitos deles não tem o que comer, mas estão na água e muito felizes”.
“Esse é um lugar que amo muito e quero ver muitos atletas saindo daqui do Titanzinho”, finaliza Deda atleta Zang´s.
Antonio Eudes no Titanzinho from Kalebeps on Vimeo.
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marquinhocara meu irmao voçe e um dos melhores exempos a se seguir hoje na vida cristã, e na vida do surf, eu sou seu fã brodher falo !!!
